domingo, 15 de novembro de 2015

Pesadelo 27

Escrevo para mim, para ti, 
Para todos
LoucoS
Que assim como eu
Andam sonolentos

Cansados de tanta hipocrisia
De uma eterna apatia que comove,
Mas não move uma palha
Qualquer migalha 
Que alerte mudança.

Felizes são as crianças
Que brincam de viver
Se elas soubessem que,
Crescer é aguentar o fardo
A responsa, o trampo 
O gosto amargo
Esqueceriam de crescer

Como, onde e
Quando iremos descansar?
Não temos forças para saber 
Em quem devemos confiar
O Vizinho, o amigo e animal de estimação
Todos correndo perigo, extinção!

Gandhi morreu, pregando a paz
Osama foi morto entre seus iguais.
Os pesadelos são tão verdadeiros
Que nem os filmes de Terror nos assustam mais

Quando a gente dorme, sonha
Quando a gente não sonha, dorme
No dia em que eu sonhar e dormir
Vou saber que estive acordado

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