quarta-feira, 18 de novembro de 2015

13/08

Entre ruas de pedra e castelos formosos
Vi um rio em um marco, de uma forma serena
Ventava muito a noite mas o velho casaco azul,
Me protegia do vento forte daquela cidade
A lua, oh linda, fez me sentir tua pele
Relembrando as calçadas da Ladeira do Ferrão
Um povo educado e parecido com os da Ladeira da Preguiça
Despertou olhares tão fixos e distantes ao mesmo tempo.
O Fluxo no antigo, me tornou tão novo quanto por aqui
Os casebres pela estrada, onde nem luz artificial tinha
Me lembrou Góes Calmon, á antiga Pitanguinha
Do sobrado, eu via gente vivendo a vida
Gente empurrando com a barriga
E um velho moço que vendia cigarros
O Fiteiro.
Rodei quase que o mundo inteiro
Até voltar para o meu CEP
Terça do Vinil com barraquinha de RAP
É moleque,
Por lá ficou um gostinho de saudade
O banho de mar sem tubarão a vontade
E uma gata chamada mulher de verdade
Assata ...


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