domingo, 18 de maio de 2014

Ninho de Daza

Sem livro pra ler, meus dias são sós
Frios, chuvosos e bonitos quando ouço sua voz
Cinzentos, sempre que lembro da distância que separa
Abaixa a luz, aumenta o blues, pra que mesmo lençóis?
Certa vez, um passarinho voou pois o vento soprava forte
As folhas secas ao chão, encharcavam  a calçada, chorei
De emoção? solidão?  Não sei
No outono, inverno, sempre senti esse amor
É eterno, afinal. 
Café, abrigo e você. Pra que cobertor?

Lucas Santiago

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